home

blogue

facebook

twitter

publicidade

mapa do site

privacidade

webmaster

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A utilizaçao de FAD´S (Fishing Agregation Device)

Por Pedro Dray

 

Reefs Artificiais – Um forte argumento para a estabilização da pesca artesanal e desportiva.

A Yamaha por ser um dos maiores fabricantes de motores marítimos do mundo e também, por ser um fabricante de pequenas embarcações de pesca, possui um elevado interesse em manter os níveis de captura de peixe elevados, tanto no Japão como em outros locais do mundo onde os seus produtos são vendidos.

Basta destruirmos os pesqueiros e ou reduzir os níveis de pescado e os números de venda de motores marítimos baixará dramaticamente. É um facto e uma análise de mercado comprovou, que em países da América Central a redução do número de pescado possui uma influencia directa nos números de venda de motores fora de bordo e in-bord da Yamaha.

Deste modo, faz todo o sentido que a Corporação Yamaha Marine invista tempo e dinheiro na investigação e promova a reconstrução dos pesqueiros. Coincidentemente, através da criação de uma companhia de investigação para a utilização de paredes artificiais, com o objectivo de se criar uma protecção para praias com elevados níveis de erosão, serviu de base para o que se tornou o Fundo de Reef, denominado Truss Reef.

De fácil construção os reefs artificiais poderão ser construídos em menos de oito horas. Os primeiros Truss Reef foram instalados em 1994, e desde então 808 destes reefs artificiais já foram colocados em 105 locais à volta do Japão.

Será interessante também verificar, que já existem no Japão quase 100 fornecedores de Reefs Artificiais e destes a Yamaha é o décimo maior fornecedor. Por isso é que não será difícil imaginar quantos destes Reefs Artificiais existem no Japão.

Com o acesso à informação globalizada e com o avanço da ciência, torna-se importante lembrar que os reefs artificiais como o Trust Reef, não são colocados no mar com o objectivo de atrair peixe para que depois se possa pescar, mas sim para encorajar o restabelecimento do ecossistema que serve de suporte a estes peixes.

A equipe de investigação da Yamaha calcula que ao se colocar um destes reefs artificiais no fundo do mar, cria-se uma área de influência de 12 hectares. A estratégia a seguir é a seguinte:
Coloca-se um reef artificial numa zona e define-se esta área como sendo interdita à pesca. Deste modo a zona do reef encontra-se protegida e todos os peixes que se movimentarem à volta da mesma, poderão ser pescados, aumentando deste modo a sustentabilidade dos pescadores da área.

Nota: As informações acima foram colhidas na SKI-BOAT Magazine e Yamaha Mag

 

 

Portanto, FAD´s são todos os objectos tipo bóias de sinalização ou mesmo de informação atmosférica que funcionam como reef´s artificiais.
Tem sido largamente debatida a ideia de que as bóias de sinalização e outras, funcionam como locais onde a isca tende a concentrar-se, permitindo desta forma que toda uma cadeia alimentar se forme à sua volta.


Os FAD´s têm sido sobejamente utilizados por pescadores de pesca desportiva de mar alto desde os mares das Caraíbas a Africa e Austrália.
Existem alguns peixes predadores (Pelagic Fish) que tendem a congregar nestes locais, e entre este grupo poderemos encontrar desde Peixes de Bico tipo Marlin e Veleiro a Wahoos, Dourados e Atuns.


Apesar de ainda existirem conservadores que tentam proibir a pesca desportiva em zonas onde existam bóias ou outros tipos de Reefs de superfície, este tipo de pesca ainda é sobejamente utilizado. Para a pesca a Dourados é comum utilizar-se um tapete de cozinha , uma esteira etc, presa a uma corrente ou corda com um peso de mais ou menos 300grs. A tripulação ao deitar ao mar este tapete marca a sua posição no GPS de modo a facilitar a sua localização mais tarde.

 É também verificada a velocidade da corrente e direcção do vento, pois mesmo com a posição de GPS é mais fácil identificar o tapete ou esteira se soubermos para que lado a corrente está a puxar, assim como o vento.
Depois deste passo a embarcação deve afastar-se por umas duas ou três horas, já que apesar de existirem alguns peixes muito curiosos que vêm ao barulho, a maioria assim não o faz, sendo o Dourado um deles.


Depois é só fazer passagens sistemáticas utilizando iscas vivas (atum /Bonito) ou então isca morta que poderá ser desde carapau , cavala ou mesmo peixe agulha. Caso queiramos podemos também fazer derivas com as iscas mortas acima identificadas (mas por favor) bem camufladas.

Talvez algum de vocês queira tentar a sorte com uma bóia presa a uma pequena ancora, amarrando uma meia de senhora com engodo (peixe com gordura bem desfeito) misturado com areia da praia a meia água, e depois quem sabe ... talvez fisgue alguma coisa que valha a pena.

Abraços and Keep your Lines Tight.

PdRay

Voltar a Pesca Embarcada

 

Vídeos Katembe

Feira da Ladra - Lisboa

 

WORLD-OF-FISHING

 


Última actualização / Last updated:   

 

         Page Ranking Tool     

Visualização 1024 x 768 | © Copyright 2003 - 2017 | Todos os direitos reservados | Propriedade ® KATEMBE | Página alojada por  LusoAlojaWebmaster