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ISCOS  4/continuação

 

LULA

 

lula inteira  lula inteira tira de lula cabeça

 

                                  

 

SARDINHA

   

   

   

1 Corta-se um filete sem escama a todo o comprimento do lombo.

2.  O anzol é espetado na parte mais estreita do filete.

3Dão-se duas voltas como que a coser.

4. Esconde-se o bico do anzol na parte mais larga do filete. Dá-se uma laçada junto à "cauda".

5 Para melhor segurar a isca liga-se com fio de silicone.

6Iscada pronta.

 

 

POLVO

Um isco dos que menos se ouve falar, talvez por ser caro e, muitas vezes, cair melhor no prato! Mas para quem tiver possibilidades de experimentar, aconselho-o a tentar!

Na região onde pesco, como sabem, na Costa Vicentina, durante uma maré é muito frequente ver muita gente local a percorrer as rochas na maré baixa, com o seu puxeiro, para apanhar algum polvo lá escondido. Daí a muitas vezes esse pessoal nunca ter falta de polvo na sua arca congeladora, e não fazer muita diferença tirar um mais pequeno de vez em quando para utilizar numa pescaria. A parte que é utilizada para iscar é o raio, ou perna, do polvo. No entanto, é necessário fazer uma preparação:

- Cortar individualmente cada um dos raios do polvo.
- Retirar todos os seus tentáculos e peles exteriores, de modo a ficar apenas um "filete"  comprido completamente branco.
- Pode ser congelado de seguida.

Na sua iscada, deve cortar-se ao meio com uma faca/navalha, numa superfície lisa, o raio do polvo, que fica assim dividido em 2. De seguida, corta-se um bocado cujo tamanho se ajuste ao do anzol. Na superfície lisa, deve de seguida bater-se algumas vezes ao longo da tira de polvo com a parte grossa da faca/navalha e modo a amolecer o mesmo, até ficar com uma textura próxima da pastilha elástica. A tira de polvo deve ser espetada no anzol, e levada inicialmente para lá da patilha do anzol, ficando sobre a linha do estralho. Dá-se uma volta e repete-se a experiência 2 ou 3 vezes. Depois basta ir compondo o anzol o que resta da tira, sempre dando um volta antes de espetar novamente no anzol.

Vantagens: A sua durabilidade; aguenta muito tempo dentro de água sem se desfazer; o peixe mais pequeno tem dificuldade em retirá-lo do anzol; Não é necessário fio elástico para segurar; pela sua resistência, é indicado para mares bravos e /ou lançamentos longos, logo pode ser utilizado no surfcasting, preferencialmente no Inverno; Muito utilizado também à noite;

Alvos: é um isco para capturas decentes, grandes sargos e robalos. À noite nunca se sabe quando um safio anda fora da toca.

 

Jorge Ponte

 

BIBI, TITA OU SALSICHA

Ora aqui está um isco de excelência mas só para peixe graúdo, pois o peixe pequeno normalmente não lhe toca. Um anelídeo muito rijo, originário da Ásia, mas que se encontra já disseminado por Portugal, e cujo tamanho pode chegar aos aos 25cm de comprimento.

Douradas, sargos grandes e robalos não lhe resistem. Excelente para o surfcasting devido à sua resistência, obtém também muito bons resultados na pesca embarcada e rockfishing.

Aguenta bem até uma semana no frigorífico e, se for congelado (preferencialmente em água do mar) estará sempre pronto e em boas condições para ser utilizado.

Para iscar pode ser utilizado inteiro (mais pequenos) ou cortado longitudinalmente em tiras. É conveniente usar o elástico para prender.

 

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