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SALEMA

sarpa salpa

 

Família
Sparidae
Ordem
Perciformes
Classe
Actinopterygii
Habitat
substrato rochoso

Rui Caetano

 

Peixe estranho este - hermafrodita - começa por ser macho passando a fêmea numa segunda fase da vida (a partir dos 4 anos). Carnívoro quando jovem, passa a herbívoro quando atinge a maturidade. Aparece geralmente em águas litorais até aos 50 metros, em zonas rochosas onde existam algas. Pescada todo o ano, é mais frequente de Novembro a Março, altura em que as águas estão mais agitadas. Tem maxilares com incisivos dispostos numa única linha e o corpo cinzento/prateado/esverdeado, com linhas longitudinais de cor dourada/amarela.

 

 

Pesca-se preferencialmente à bóia, em zonas com algas, com uma linha fina - devido à sua visão muito apurada, torna-se bastante desconfiada, tanto em relação ao isco mal colocado como à linha  e  aos destorcedores. Para isco devem usar-se algas ou tripa de sardinha - no entanto também vão ao ganso, casulo e até à minhoca, bem como ao camarão e ameijoa. Dá uma excelente luta ao pescador quando ferrada, normalmente exemplares com peso superior a um quilo.

 

A salema logo que for pescada deve ser "sangrada" - um corte de cada lado do peixe junto à barbatana caudal e amanhada de imediato, retirando-se totalmente a pele negra que reveste o interior da barriga e lavando-se bem com água do mar -  assim se evitará o mau sabor característico (usualmente descrito como sabor a lodo). Antes de ser cozinhada, deve esfregar-se o interior do peixe com sumo de limão e deixar estar algum tempo. No Verão a carne da salema pode ser tóxica, caso se tenha alimentado da alga caulerpa prolífera.            

 

Tamanho máximo registado - 41 cm  Peso - 2 kgs

 

 


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