home

blogue

facebook

twitter

pesca tv

publicidade

mapa do site

privacidade

webmaster

 

 

 

 

ISCOS 3  (continuação)


RALOS / GALERAS

 

O isco da minha terra (Algarve). As vantagens que tem são: ser um isco muito limpo, em termos de gordura, óleo, e outras substâncias que as minhocas ( da lama, coreana, parchal, etc...), deixam nas mãos, ser um isto mais robusto (mais difícil de tirar do anzol, mais fácil de ver o peixe a comer.  As desvantagens:  isco muito caro como todos, e de pouca durabilidade vivo.

Sílvio Pinto (texto)

Fotografia do amigo FARCintra de Faro

 

 

 

 


CAVALA / SARDA

Fresca e com muito sangue a correr, em filetes, metades, inteiras, dependendo do que se pretende apanhar.
Depois de experimentar muitos iscos, incluindo, sardinha, camarão , lingueirão, vermes anelideos e afins, é sem dúvida a minha 1a escolha, agora uma coisa é certa, de um dia para o outro esqueçam...
Aliás basta apanhar um bocado de sol para não ser tão efectiva, mas fresca, é um isco soberbo.
Não é por acaso que os melhores exemplares por mim capturados foram todos com cavala...Coincidência?? Não me parece.
Mas tem os seus truques, não é a mesma coisa iscar para os sargos ou para os robalos, não é a mesma coisa tentar os esparideos, claro que se apanham na mesma, mas cada uma delas tem preferencias na
forma de apresentação do isco.

forma de iscar:

Sargo:  filete lateral com cerca de 7 cm de comprimento e 2 cm de largura, acabando em V, de preferência da parte superior do lombo, basta passar o anzol uma vez na ponta.
Embora o Sargo tenha a boca pequena, ele engole este isco sem problemas.
Dá a impressão de um peixe pequeno, excelente isco para outros peixes predadores.
Técnica para os maiores exemplares, levantar a cana, de modo a dar a impressão que o "peixe" se está a movimentar, e faz com que estes se lançem que nem uns doidos.
Nunca experimentei na praia, mas também poderá funcionar.

Esparideos: embora a técnica descrita acima também funcione, tenho obtido melhores resultados com outra.
Isco, filetes longitudinais de 4/5 cm de largura, por outros tantos de comprimento (atenção que as barrigas onde tem as espinhas têm de saltar fora), anzol passado a meio e outra vez por uma das pontas, duas voltas portanto.
Para ambas as técnicas uso estralhos em fluor, entre 0,24mm e 0, 30mm, com cerca de 50 a 60 cm de comprimento, anzóis relativamente pequenos e o bico e a barbela do anzol deverão ficar á vista para melhor penetrarem na boca do peixe.


Safios / Abróteas / Moreias
Cavalas inteiras, rabos ou cabeças, para iscar os rabos cortem a ponta de forma a que a cavala sangre com fartura, é isso que vai atrair esses meninos, o anzol deve ser um 8/0 ou maior, e deverá passar apenas uma vez na ponta do rabo ficando desta forma todo à vista, não se importem que eles também não.
Cabeça, anzol passado entre os olhos, convém não ser só cabeça, apanhando também um pouco do corpo da cavala, estamos a falar de iscas com 10 a 15 cm de comprimento.
Estralhos em aço de pelo menos 45lbs, pode ser aço mas os safios/congros cortam-no à mesma, para mim pescar com nylon, nem que seja 0,120mm está fora de questão - estralhos de 50cm serão suficientes.
 

Atenção que convém trazer estes bichos à força para a meia água para depois os trabalharem, e quando um safio chega cá acima, vai olhar para voçês, diz adeus e volta a afundar que nem um doido (a não ser que tenha sido bem trabalhado), portanto atenção a essas embraiagens.
Para eles uso nylon no carreto de 0,60mm, portanto estão a ver.
Finalmente cavala inteira, anzol pelos olhos golpe na barriga para libertar fluidos, e cortar a ponta do rabo para sangrar, pode parecer sádico, mas resulta.

Texto: Erico Marques

Fotos: Paulo Raposeiro e arquivo

 

 

 

 

 

 

MEXILHÃO

Em relação ao mexilhão, com uma faca abre-se a bicho, a faca deve entrar junto ás barbas (onde saem os filamentos) e rodar até cá atrás de modo a cortar o nervo.
Tirem as barbas fora, não isquem com isso!!!
A forma de iscar é simples, este isco é extremamente mole e pouco resistente, dai que tem de ser muito bem iscado para ter alguma consistência no anzol, deve-se ir iscando pelos cantos que são mais duros e terminar no centro onde está o pendulo e a parte negra.
Este isco é mortal par as safias e sargos, mas requer uma ferragem muito rápida, senão vão passar o dia a dar-lhes de comer.

Agora vem a receita com direitos de autor, caso estejam a pescar de barco não deitem as cascas fora, vão juntando até terem algumas e abram 3 ou 4 mexilhões sem os retirarem das cascas.
Com a ajuda de um saco de plástico daqueles transparentes cortado em V, ao qual se prende um alfinete, é possivel mandar juntamente com a baixada para o fundo (e precisamente no sitio onse se está a pescar) as cascas que irão atrair mais peixe, não só pelo cheiro e bocados agarrados a estas, mas pelo brilho que emitem e que despertam a atenção dos peixes.
Para fundos até 50 m, em que a corrente não seja muito forte, chumbadas de 120 ou 130 gramas permitem efectuar esta operação ficando as cascas práticamente na perpendicular.
Quando se quer mandar cascas, deverá furar-se o dito saco para este afundar mais depressa.
Tal saco também pode (e no meu caso é) utilizado para mandar engodo de sardinha directamente para o fundo e no sitio onde estou a pescar.

Texto: Erico Marques

 

CHOCO

Um excelente isco que deverá ser usado sempre fresco, inteiro ou em tiras.

 

anterior  -  seguinte

GIF Tap Portugal 120x90

WORLD-OF-FISHING


Última actualização / Last updated:   

 

      Page Ranking Tool  

Visualização 1024 x 768 | © Copyright 2003 - 2016| Todos os direitos reservados | Propriedade ® KATEMBE | Página alojada por  LusoAlojaWebmaster